ZEÓLITA  
 
Zeólita Clinoptilolita
Matéria-prima da Linha Watercel
As Zeólitas foram descritas pela primeira vez como grupo de minerais pelo mineralogista sueco Barns Alez Cronsted em 1956, e classificadas como aluminossilicatos hidratados, altamente cristalinos, que ao desidratarem-se desenvolvem no cristal uma estrutura porosa (conforme mostrado nas Figuras 1 e 2), com diâmetros de poro de 3 a 10 Angstroms. Esta estrutura forma cavidades que podem ser ocupadas por íons e moléculas de água com grande liberdade de movimento. Esta característica permite o intercâmbio catiônico e a desidratação reversível da rede. Isto por que a água não afeta a estabilidade estrutural e pode ser eliminada, pois a Zeólita opra como uma "esponja" ou peneira molecular. A fórmula geral da composição de uma Zeólita é:
Os cátions "M" de valência "n" neutralizam as cargas negativas do esqueleto estrutural do aluminossilicato.

Muitas estruturas das Zeólitas se baseiam em uma unidade de construção secundária que consiste de 24 tetraedros de silício e alumínio unidos entre si para formar uma estrutura tipo cesta chamada octaedro truncado. A presença e posições dos cátions nas Zeólitas são importantes, pois a secção transversal dos anéis e canais das estruturas podem se alterar ao mudar o tamanho ou a carga e, portanto, o número de cátions. Esta característica afeta significativamente o tamanho das moléculas que podem ser adsorvidas.
 



Finalmente, as Zeólitas possuem área superficial interna muito grande (40 m2/g) e alta capacidade de troca catiônica (1,5 meq/g).
 
 
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